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Curiosidades sobre o metrô de Londres
Publicado em: 05/08/2016

É praticamente impossível passar uns dias em Londres e não usar o metrô. Além de ser a maneira mais fácil de se locomover, há praticamente uma estação em qualquer ponto da cidade, o que facilita e muito a vida do turista.

Fizemos um tour (para reservar clique aqui) que conta um pouco da história das estações e dos trens e descobrimos coisas super interessantes sobre o metrô londrino.

Epidemia do tornozelo
Entre o final do século XIX e começo do XX, as mulheres usavam roupas que cobriam praticamente o corpo inteiro. Quando os trens começaram a circular embaixo da terra, o vento das saídas de ar levantava os vestidos, deixando o tornozelo à vista. Como era algo bem pouco comum na época, os homens ficavam perto destas saídas fingindo ler o jornal só para ver os vestidos levantando. Até que a polícia começou a fiscalizar e botar todo mundo para correr.

Cores para analfabetos
Quando as linhas começaram a crescer e o número de estações aumentou, ficou difícil para os trabalhadores se localizarem. A solução foi nomear e sinalizar tudo por meio de cores, porque muitos trabalhadores eram analfabetos e não conseguiam ler os nomes. As cores são utilizadas até hoje, inclusive nas barras de ferro dentro dos vagões. Portanto, se você estiver na linha azul, as barras terão a mesma cor.

Cores para bêbados
Outra função das cores é facilitar a vida de quem bebeu demais – o que é bem comum na Inglaterra. Como as pessoas vestem mais roupas pretas e cinzas, os administradores descobriram que muitas vezes os bêbados confundiam as barras das linhas Northern (preta) e Jubile (cinza) com as roupas, evitavam segurar-se e acabavam caindo, por isso, acharam melhor utilizar cores mais vibrantes.

Passagens entre estações eram túneis para os trens
Como a malha ferroviária foi crescendo ao longo dos anos, muitas estações foram desativadas e outras, construídas. Quem já esteve em Londres sabe que para fazer uma baldeação entre linhas às vezes é preciso caminhar uns 10 minutos por túneis imensos. Antigamente, estes túneis eram usados para as composições.

Parafuso único
Se você tiver a oportunidade de visitar Londres e utilizar o metrô, preste atenção às estruturas onde há parafusos. O modelo com dois buracos, lembrando um nariz de porco, foi desenvolvido exclusivamente para o sistema.

Cinco cervejas para desenhar o mapa
Mesmo quem nunca visitou Londres já deve ter visto o mapa do sistema em algum lugar. Ele foi desenhado por Harry Beck, cujo pagamento foram cinco pints (mais ou menos 500ml por pint) de Guiness, a famosa cerveja irlandesa. O esquema acabou sendo patenteado pela cidade e até hoje é protegido por direitos autorais. Todas as cidades do mundo que desenham seus mapas com cores para diferenciar as linhas são obrigadas a pagar pela utilização do esquema.

Mina de dinheiro
Se você pensa que transportar mais de um bilhão de pessoas anualmente é de onde vem a maior parte da renda do metrô, está completamente enganado. Eles ganham muito mais dinheiro com o licenciamento de produtos do que com a venda de bilhetes. Em lojas de souvenirs é possível encontrar de tudo um pouco com o tema do metrô, seja com o famoso logotipo ou baseado no desenho das linhas.

Mosquito
O metrô é tão importante, ou nem tão saudável assim, que cientistas descobriram uma nova espécie de mosquito que só vive ali, e batizaram de mosquito do metrô de Londres.


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